sábado, 19 de novembro de 2011

Carangueijo


Caranguejo (21 de Junho a 22 de Julho)
O que o Caranguejo diz depois do sexo: 
Quando nos casamos? 
Como o Caranguejo reza antes de dormir: 
Querido Paizinho, sei que eu não deveria depender tanto de ti, mas és a única pessoa com quem eu posso sempre contar quando o meu cobertor de segurança está na máquina de lavar. 
Como irritar um Caranguejo: 
Insulta a mãe dele (com classe, é claro). Critica a casa dele. Adverte-o de que pode perder o emprego. Diz que aquela foto de família pendurada na sala é pirosa e confunde o retrato da avozinha com o Mike Tyson. 
Porque é que o Caranguejo atravessou a rua? 
Porque se estava a sentir só e abandonado deste lado de cá. 
Autocolante para o vidro do carro do Caranguejo: 
Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho. 
Quantos Caranguejos são necessários para trocar uma lâmpada? 
Apenas um. Mas leva três anos para um terapeuta ajuda-lo a passar pelo processo. 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sim, Sr. Ministro


Série televisiva cómica inglesa, Yes Minister foi criada por Anthony Jay e Jonathan Lynn e exibida pela primeira vez a 25 de fevereiro de 1980 na BBC. Realizada por Peter Whitmore, foi para o ar pela última vez em dezembro de 1982. Era composta por três temporadas de sete episódios de 30 minutos cada.
A série inicia-se com a festa do partido político que ganha as eleições e forma um novo governo. James Hacker (Paul Eddington) é o recém-nomeado ministro dos assuntos administrativos britânicos. Com entusiasmo, começa as suas funções determinado a fazer algo de positivo para se manter popular e promover o seu nome, decidindo cortar nas despesas extra do governo. É o retrato do político moderno de ideias brilhantes mas com ambição de poder fazer carreira. Aos poucos, apercebe-se de que tem as mãos atadas pela burocracia. Assim, é continuamente impedido de "brilhar" pelo esperto e astuto secretário permanente do departamento, Sir Humphrey Appleby (Nigel Hawthorne), um funcionário público de carreira com opiniões opostas às do ministro. Humphrey pretende assegurar o departamento em termos de pessoal e de orçamento. O secretário particular do ministro Bernard Woolley (Derek Fowlds) é apanhado no meio desta rivalidade entre os dois. Apesar de querer ser simpático para Hacker e apoiar os seus planos, é um funcionário civil e demonstra alguma lealdade para com o serviço público e para com Sir Humphrey.
A série retrata as negociações e maquinações da vida política e dos jogos políticos de uma forma repleta de humor e de situações hilariantes. Foi a única série a receber o prémio BAFTA para Melhor Série de Comédia em três anos consecutivos (1981, 1982 e 1983).
Em dezembro de 1984, a BBC exibiu um episódio especial de Natal em que Sir Humphrey é promovido a secretário de gabinete e Hacker, numa luta contra o seu adversário para ser eleito novo líder do partido, consegue finalmente a tão ambicionada posição de primeiro-ministro de Inglaterra, facto que o surpreendeu a si próprio.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Coincidencias ou não, quem souber explicar que o faça!


Em 1995 fiquei com uma cadela, de raça pequena, quem me conhece alguns anos, também conhece a Pinoquia. Minha companhia durante muitos e bons anos.
Por volta do ano 1997/98 adoptei uma gata, ainda bebé, ou melhor a pinoquia adoptou a Sissi. Depois de alguns anos, de muitas diabruras, de muitas refeições roubadas e de uma bebedeira, com vinho do Porto da duas. A Sissi desapareceu e a pinoquia ficou só. Resolvi-lhe arranjar uma companhia em 2004, um canário. Foram muitas as horas de companhia. Um cantava e o outro ouvia.
Depois de 16 anos a Pinoquia faleceu...... eram muitas anos...... uma semana depois morreu a canário da Pinoquia, era mais dela do que meu, porque comprei-o para ela não sentir a falta da Sissi.
Coincidencias? estavam separadas 300km, mas que é engraçado é e não deixamos de relacionar.
HÁ RAZÕES QUE A PROPRIA RAZÃO DESCONHECE................

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Arrume tempo!

Arrume tempo para ser feliz.
é fundamental que você não repare apenas nas flores,
mas tenha tempo para cheirar e apreciar suas cores,
e principalmente, disponha de tempo para oferece-las para alguém.
  
Arrume tempo para ter paz.
é fundamental que você ouça uma boa música,
mas é mais importante ainda,
deixar que a música limpe a sua alma,
que ela penetre no seu ser e que você viva cada nota...

Arrume tempo para uma viagem.
Pode ser curta ou longa, não importa,
tudo depende de sua disposição, tempo e dinheiro,
mas o mais importante é não perder a paisagem,
apreciar cada quilómetro rodado.

Arrume tempo para ler um livro,
não por obrigação, nem por imposição,
o mais importante é ter tempo para se envolver,
viajar com os personagens,
onde a emoção puder te levar.

Arrume tempo para organizar-se.
É fundamental ter tempo para organizar as suas coisas,
mas é fundamental ter um tempo para organizar às suas ideias,
seus desejos e reciclar os sonhos.
Sonhos parados são como água estagnada,
criam bichos e doenças.

Arrume tempo para a família.
É fundamental criar os filhos,
namorar (mesmo depois de 30 anos de casados),
bater papo com os pais, com os irmãos,
com os amigos mais próximos,
mas é muito importante que você não guarde mágoas,
por isso, a conversa franca ainda é a melhor resposta contra as dúvidas, dores e separações.

Arrume tempo para Deus.
É fundamental contar com Deus.
Seja qual for a sua crença, seja qual for a sua religião,
sem Deus é impossível ser plenamente feliz.
Quanto tempo de sua vida é dedicado a Ele?
Quantos minutinhos você dedica a leitura de um salmo,
um versículo, uma passagem da Bíblia para meditar e praticar mudanças. Quanto de suas decisões tem a opinião de Deus?

Arrume tempo para o amor.
Ame-se! Ame muito.
Não se importe com as dores e decepções do amor,
elas fazem parte da nossa experiência,
mais infeliz é aquele que ainda não viveu um grande amor,
e o mais importante é transformar o seu amor em algo importante, fundamental para ser feliz, por isso,
arrume tempo para você!

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

 Um dia, isto tinha de acontecer.

nem  são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
inteligência nesta geração?

montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a  informação sem que isso

convicção de que a culpa não é deles.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares

oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham


Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e

uma generalização injusta.

Pedras


PEDRAS NO CAMINHO?
É saber falar de si mesmo.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
(Fernando Pessoa)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

As 10 coisas que adoro

1- Adoro a minha filha, meu tesouro, minha PAIXÂO
2-Adoro o meu Luis
3-Adoro a minha terra, qual ? A de nascença, onde cresci ou onde vivo? Adoro a terra onde sou FELIZ, onde posso ter a vida que desejo
4-Adoro os meus AMIGOS que têm estado ao meu lado em ocasiões menos boas, sou uma felizarda, porque tenho uma mão cheia deles, sempre presente quando preciso
5-Adoro fazer anos, ver a vida qe vvivi. Dar graças por mais um ano. Partilhar este momento com os meus Amigos, mesmo sem festa, aparecem
6-Adoro a minha familia, somos um pouco estranhos, separados, mas no entanto juntos. E sentimos quando precisamos uns dos outros.
7-Adoro a minha Mae, hoje compreendo muita coisa, dou-lhe valor. E desejo que ela continue muito tempo comigo.
8-Adoro o meu trabalho.
9- Adoro a vida que tenho, poder fazer tantas coisas. Pensar no que faço no que posso fazer e esquecer sempre o que não posso ou não devo fazer.
10-Adoro acordar ao dia 01 deJulho e dizer, mais um dia, mais um ano.
Não procuro o sofrimento, porque se lhe der espaço ele bem ter comigo.

domingo, 27 de março de 2011

Uma consulta

— Dá licença? — Entre quem é.
— Muitos bons dias. — Olé,
Por aqui, minha senhora?
Desculpe vossa excelência
Se a não conhecia agora.
— Sem mais... À sua ciência
Recorrer venho.—Deveras ?
(Senhor me dê paciência!
Nunca tu cá me vieras).
Então que temos ? — Padeço.
— Sim? porém de que doença?
— Essa é boa! acaso pensa
Que eu porventura a conheço?
— Ah! não conhece ? — Quem dera ! Então não o consultava.
— (E eu que muito estimava).
Mas diga, então? — Eu lhe conto...
Oiça bem. Não perca um ponto.
— Nem um ponto hei-de perder.
— Ai, doutor, doutor, meu peito...
— É do peito que padece ? Quem havia de o dizer!
— E Jesus, doutor, parece Que me quer interromper?! Não era a isso sujeito.
— Nem o tornarei a ser... Vamos lá. —Or a eu começo... Atenção é o que lhe peço ;
Diga-me: que lhe pareço ? Não me acha muito abatida?
— Assim, assim; mas às vezes
A vista pode enganar.
— Não, não. Pode acreditar
Que há já um bom par de meses
É um tormento esta vida.
— Então que é o que sente ?
— O que sinto? Ora eu lhe digo :
O doutor é meu amigo?
— Oh ! senhora... — E é prudente ? Oiça, pois: Eu dantes era
Fera e rija, que era um gosto! Ou em Dezembro ou Agosto Correr o mundo pudera,
Sem no fim me achar cansada.
— E hoje? — Não lhe digo nada, Nem comigo posso já.
— Mau é! — Quer saber, doutor ? Só para vir até cá,
Que tormentos não passei!
— Diga-me, se faz favor.
Que idade tem? — Eu nem sei... Eu sou mais nova três anos
Que o reitor da freguesia.
— (É grande consolação!)
— Tenho ainda outros dois manos Que mais velhos do que eu são, Porém, como eu lhe dizia, Doutor...—Qu e mais sente então?
— A vista sinto estragada, Até já me custa a ler,
De mais a mais sou nervosa. Isso não lhe digo nada!
Olhe, estou sempre a tremer.
— Faço idéia. — Andava ansiosa
Por consultar o doutor;
Eu tenho em si muita fé.
— Lisonjeia-me. — Outra queixa... Que eu sofro também... Qual é?
— É dum forte mal de dentes. Todos me caem. — Bem, bem.
— E os que restam, mal assentes, Qualquer dia vão também.
— É provável. — Ai, doutor! Que cruel enfermidade!
Não acha? — Acho e o pior...
— Há-de curar-me, nao há-de?
— E então nao sente mais nada ?
— Nada... ai, sim, tem-me parecido, Porém, talvez me iludisse...
•— Diga. — A semana passada, Como ao espelho me visse... Pareceu-me ter percebido...
— O quê ? — Que a pele não era
Como dantes, tão macia.
—• E então ? — Quem visse dissera
Que eram rugas. — (Eu dizia)
E é isso o que padece ?
— Ainda pouco lhe parece, Doutor? — Por certo que não.
— Então que doença tenho '
— Em sabê-lo muito empenho Sempre tem ? — Eu ? Pois então ? Para isso o procurei.
— Bem, então sempre lho digo
Mas julgo não ficarei
Por isto, seu inimigo.
— O meu doutor! — O seu mal
É, senhora, de algum perigo.
— Ai Jesus! — E muita gente Dele morre. —Oh santo Deus! Por quem é não diga tal!
E... morre-se de repente?
— Conforme. — Pecados meus? E então é isso o que pensa! Porém ainda me não disse
O nome dessa doença
E eu sempre o quero saber...
— O nome?—Sim.—É . . velhice!
— E o remédio? — Morrer.
Janeiro de 1860
A lembrança não é minha absolutamente. Foi-me sugerida de um caso semelhante que me contaram